QUE PAÍS É ESSE: BRASIL

28 maio

Nas favelas, no senado

Sujeira pra todo lado

Ninguém respeita a constituição

Mas todos acreditam no futuro da nação

Que país é esse?

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6 Respostas to “QUE PAÍS É ESSE: BRASIL”

  1. Observador maio 28, 2010 às 2:12 pm #

    errou de década…

    • jccmeirelles maio 28, 2010 às 9:30 pm #

      Eu é que não saí dos anos 80. Mas pq, vc não gosta da música?

  2. Observador maio 31, 2010 às 2:42 pm #

    Você é a favor da CPMF?

  3. jccmeirelles maio 31, 2010 às 3:00 pm #

    O que vc quer dizer com a favor da cpmf?
    Como forma de financiar o gasto público com seguridade social (saúde, assistência e previdência)? Nesse caso não.
    Como imposto de fácil arrecadação, que complementa as receitas e facilita o cerco aos sonegadores? Sim.
    Como imposto único, como muitos defendem? Jamais.
    Imposto único só serve para aumentar a concentração de renda, já ensinava os fisiocratas, primeira escola de economistas.

  4. Observador junho 1, 2010 às 10:32 am #

    Meu ponto é o cerco aos sonegadores, o rastreamento do fluxo do capital.
    Sigilo bancário foi criado por corruptos para proteger corruptos. Enquanto ele não cai, a CPMF serve de ‘trilha de migalhas’.
    Fisiocratas à parte, o tributo CPMF desacelera a velocidade do capital, melhor que o IOF, concorda?

    • jccmeirelles junho 1, 2010 às 11:57 am #

      Não vou entrar no mérito do sigilo bancário ser ou não de corruptos para corruptos, até pq tudo depende do que seja sigilo bancário e para proteger o que. No mais, a receita tem o poder de rastrear as contas, o problema, portanto, não está aí. A vantagem da cpmf é a velocidade de acesso a importante informação sobre o fluxo, uma vez que ela está intimamente liga a ele. Daí a “trilha de migalhas” ser melhor do que a própria quebra de sigilo, no meu entender.

      De resto, qual o significado da frase o tributo CPMF desacelera a velocidade do capital, melhor que o IOF?

      O que a CPMF fazia é aumentar o custo das transações, daí, pois quando enviava 100,00 reais, teria que pagar uma parcela a mais para enviar. Mas aqui uma ressalva: não havia efeito em cascata pq para que isso acontecesse o valor da cpmf teria que ser transferido para aquele que estava recebendo o dinheiro, qualquer que fosse a transação, desde uma simples transferência bancária até um investimento em renda fixa, o que depois foi isentado.

      Já a iof só incide só sobre operações finaceiras, que gerem ou não renda para seus tomadores. O mais importante é que quem o paga é quem se beneficia a com a operação financeira, de modo que não pertuba a neutralidade dos fluxo de capitais, vaca sagrada do mercado financeiro e motivo de ódio à cpmf.

      Segue página com indicação da legislação do iof:
      http://www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/LegisAssunto/Iof.htm#Leis

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