Tag Archives: Igualdade

DOCUMENTÁRIO SOBRE COTAS RACIAIS NA UNB: PARA VER E PENSAR

17 nov

Aproveitem, não interessando que lado da discussão apóiem, o que importa sempre é parar, ver, escutar e refletir sobre todas as posições.

Bom proveito.

P. S. 1

Sou a favor das cotas, mas esse é um assunto para outro dia.

P. S. 2

Estava revendo o vídeo e lá pelo minuto 19 aparece a melhor frase sobre racismo:

“A ciência não prova a existência de deus, mas a pessoas creem na existência de deus. Fazendo um paralelo, a ciência não prova a existência de raças, mas as pessoas creem na ideia de raças”. Sales Augusto, professor da UNB e ligado ao movimento negro.

 

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NÃO PODIA ALGEMAR O SUSPEITO III: REBOLATION

4 jun

Para que serve a Polícia Militar?

Com a música “Polícia“, Os Titãs já nos ensinavam na década de 80 :

“Dizem que ela existe”

“Prá ajudar!”

“Dizem que ela existe”

“Prá proteger!”,

Já para 03 jovens que aparecem no vídeo acima, a parte da música dos Titãs que melhor se ajusta ao que eles viveram é outra:

“Dizem prá você”

“Obedecer!”

“Dizem prá você”

“Responder!”

“Dizem prá você”

“Cooperar!”

“Dizem prá você”

“Respeitar!…”

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TRAVESTIS, TRANSSEXUAIS E O DIREITO DE SER DIFERENTE

19 maio

O maior problema de ser diferente é sofrer a intolerância de quem só suporte o igual. É comum ouvir que um negro (sou politicamente incorreto por demais para usar afrodescendente) deveria usar roupas normais (para quem?) ao invés de usar trajes que remetem ao seu passado africano, afinal ele está no Brasil. Da mesma forma, o clubber ou o emo é atacado pq curte vestir-se de acordo com seu gosto.

Mas isso é pouco frente ao problema da intolerância com o homossexual, com o travesti ou do transsexual, que, para além do preconceito em relação a roupas ou a trejeitos, sofre com com o repúdio a  sua própria existência. A roupa nesse caso é o menor dos problemas que eles passam.

Por isso é uma boa notícia, anunciada no 7º Seminário de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais (LGBT), o governo federal garantir no serviço público o uso do seu “nome social”, aquele escolhido pelo próprio travesti ou transexual (prefiro “nome de guerra”, porque a vida deles é uma batalha). Pela nova norma, o “nome de guerra”, quer dizer, o “nome social” será o único informado na parte da frente do crachá do funcionário, no email funcional e em cadastros internos, listas de ramais e comunicações internas.

Outros entes públicos já permitem isso, como o Estado de São Paulo (março de 2010), bem como a Prefeitura de São Paulo (janeiro de 2010), já determinaram que órgãos e entidades da administração municipal direta e indireta usem o nome escolhido pelos travestis e transexuais em todos os registros de serviços públicos (As informações são do jornal Folha de S.Paulo).

PENA DE MORTE I

12 maio

O post não é sobre Shaquille O’Neal, jogador de basquete do Cleveland (NBA), mas sobre o homem que está a sua frente com a mão no peito durante a execução do Hino Americano que antecedeu o jogos do Cleveland contra o Boston, terça, dia 11/05/2010, pelas finais do campeonato.

Seu nome é Raymond Towler e no último dia 05/05/2010 foi libertado por ordem judicial do comprimento da pena depois de 29 anos, pois os testes de DNA provaram que era inocente do crimes de sequestro, estupro e roubo de que fora acusado e condenado. Ele foi convidado pelo Cleveland para ser homenageado antes do início do jogo, por ter recuperado a sua liberdade (link em inglês).

Essa imagem me leva a 02 temas importantes:

(i) pena de morte e

(ii) instituições preconceituosas.

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